domingo, 29 de novembro de 2009

Coisas, imagens e vídeos que você não verá na Folha nem na Veja nem na Globo de Zé Serra




A blogueira que desmascarou o jogo Arruda-Veja

Na foto, Zé Serra e Arruda, os aliados de sempre

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Enquanto a Folha publica"Lula O estuprador", Serra faz campanha eleitoral no estado do Ceará. Mera coincidência?

A estratégia da Folha de São Paulo e do Serra está bem traçada. Enquanto o jornalão da ditabranda faz o trabalho sujo, o Serra sai pelo Brasil fazendo campanha eleitoral. Neste momento estamos aqui constatando pela internet.Os jornalistas canalhas do Noblat, do Reinaldo da Veja já estão replicando a verdade publicada pelo canalha do Otavinho do jornalão canalha.

Vejo que chegou a hora do basta, ou fazemos algo para deter a escala do jornalismo canalha deste país, ou veremos o nosso futuro ameçado, enquanto nação.

O que este jornalão canalha quer é destruir a democracia deste país, criar um ambiente de instabilidade política e destruir a esperança do povo.

O canalha covarde do Serra que faz aquisição bilionária de produtos da Abril, da Folha, do Estadão, é que financia esta guerra fraticida que poderá reduzir as grandes oportunidades históricas de desenvolvimento deste país.

No entanto, entendo o desespero canalha e psicopata da Folha, da Veja, da Rede Globo, da Band, do Estadão e outros assemelhados.

Por quê?

Porque as eleições são decisivas para a segunda década deste país. O próximo presidente terá que administrar as riquezas do pré-sal, investimentos bilionários nos dois maiores eventos deste planeta: copa do mundo de 2014 e 2016.

Otavinho canalha deve ter feita conta: se o Serra perder ele e sua turma não terá futuro neste país.

Parece que os canalhas da Folha de São Paulo, Band, Estadão, Veja, Rede Globo vão utilizar todas as armas possíveis para derrotar Lula e eleger o Serra.

O jogo será pesado nas eleições de 2010 e assim enquanto a Folha publica Lula: estuprador o Serra faz campanha eleitoral no estado do Ceará. Mera coincidência?

FONTE: Olhar do Sertão
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Antonio Pereira: A farsa do César

César Benjamin e o rei do Senegal

Por Antonio Pereira, no blog do Nassif


Cesar Benjamim é um animal político; na vida política, já dizia Maquiavel, não se pode deixar passar a oportunidade. Política é momento, ocasião, o real, o aqui e agora. Nesse âmbito, toda reflexão metafísica sobre e condição humana é inútil e supérflua. Trata-se, portanto, de um texto de oportunidade ou oportunista, como queiram, maquiavélico no bom e no mal sentido, e cujo objetivo está longe de uma “reflexão sobre a complexidade da condição humana”, como inutilmente quer nos fazer crer o Ex-militante de esquerda ao final do seu artigo.

Essa é só mais uma das muitas artimanhas de que Cesar Benjamim lança mão para escamotear seu verdadeiro propósito: destruir a imagem do Lula, que além de analfabeto, equivocado, burro e boca suja, seria ao mesmo tempo gay, estuprador e um pedófilo com apetite sexual incontrolável; um monstro capaz de atacar, sem pudor, indefesos “Cesinhas” ( “meninos do MEP”). Note-se que Cesar, “ele mesmo”, não pretende “acusar, rotular e julgar” Lula, “o filho da p. do Brasil”! , isto ficará a cargo do leitor mediano da Folha.

Mas o juízo do leitor, já vem com o pacote: ” e se for verdade…Cesinha era chegado de Lula… é de esquerda, seu testemunho basta como prova e ponto final! E o bordão é outra vez repetido: “a César o que é de César, o meu reino de moralidade não é desse mundo podre! Fora Lula!”, assim julgará talvez o leitor mediano, envolvido pela prosa de um autor que monta um tríptico no qual de um dos lados está a imagem do militante heróico, capaz de resistir às piores torturas, que suportou fome, sede e toda sorte de violência; do outro lado, vemos a imagem do Lula “pai dos pobres, santo e filho do Brasil!” sendo esfacelada para, no final, dar lugar a uma síntese grotesca na outra ponta do quadro, lá onde está o “maléfico Lula” , o “comedor de criancinhas”, “muito pior do que e pior dos bandidos”!

Todo esse contraste é visível no primeiro plano da leitura, mas vejamos o quadro mais de perto.

Chamo a atenção para o tom confessional dessa tentativa de reconstrução “do real”, “do vivido”, “dos fatos”. Aqui, os fios soltos da memória carcomida pela tortura vem à tona ( e que memória colossal: César Benjamim se lembra quando quer lembrar esquece quando quer esquecer; e assim vemos desfilar no texto os seus colegas dos anos de tortura e detenção, um time completo: Caveirinha , Português e Nelson; Monique, Neguinha e Eva; Sapo Lee, Sabichão, Neguinho Dois, Formigão, Ari Navalhada e Chinês. O gênero baixo, humilde, sublime, vem permeado pela prosa reflexiva; o drama servirá para encobrir a farsa que está sendo montada.

Relendo o textos às avessas, vemos a memória – fonte de imaginação – deslizando para o terreno da literatura: uma mentira bem contada pode até ser verdade; mas, nessa altura campeonato,, já não sei mais se Cesar Benjamim sequer existe ou se é um personagem de ficção. inventado pela Folha de São Paulo. Quanta máscara cabe no meio dessa prosa engenhosa: “César Benjamim, o menino do MEP”; “Cesar Benjamim, militante de esquerda”; “Cesar Benjamim, o fundador do PT”; “Cesar Benjamim, o ‘Cesinha’ para os íntimos; “o Devagar” para os irmãos; “Cesar Benjamim, o bom moço”, o herói que sobreviveu às torturas mais cruéis da ditadura, que se esforçou para estudar e nos ensinar uma lição de moralidade; o leitor de Fernando Pessoa…etc..etc.

Agora, só vejo um César: aquele que adorna sua prosa e monta um discurso eloqüente para cair como um raio na cabeça do leitor. Mas é justamente aqui que mora o perigo: pois a eloqüência, destituída de um fundo de verdade, virá um panfleto ruim, e a história pessoal, sincera ou não, de luta e sacrifício, em breve se transformará em farsa. Para concluir, ao contrário do aqui foi dito, não acho César Benjamim um caso de demência, mas sim um animal político bem “esperto” ou que se julga muito “esperto”, amigo de gente “esperta” na terra “dos espertos”, para citar o Nelson, um dos seus mais “malucos” colegas de cela, “que fingia que falava inglês” e “queria ser rei no Senegal”.

Nota do Viomundo: É por isso que o Viomundo diz que Otávio Frias Filho é cafajeste e que o César Benjamin é cafajeste. Ambos tentaram dar ares literários a uma mentira factual. O Benjamin não se envergonha de ter usado o sofrimento dos que enfrentaram a ditadura para atingir seus objetivos políticos? É um cafajeste.

FONTE: viomundo

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O folheiro, Benjamin, Dreyfus e a Cadeia

Por Mauro Carrara

Muita gente inocente dormiu na cadeia. Uma dela foi o capitão Alfred Dreyfus.

Em 1894, o jovem oficial da artilharia francesa foi condenado à prisão perpétua. O motivo: a suposta revelação de segredos militares aos alemães.

Dreyfus era inocente. Dois anos depois, comprovou-se que o culpado era Ferdinand Esterhazy, um major do exército francês.

Mas Dreyfus continuou detido. Foi acusado novamente, com base em falsos documentos produzidos por um oficial da contra-inteligência, Hubert-Joseph Henry.

A campanha de calúnia tinha como um de seus principais líderes um jornalista, Edouard Drumont, publisher do La Libre Parole, uma publicação claramente identificada com o anti-semitismo.

Dreyfus contou, sobretudo, com a defesa apaixonada de Émile Zola, cujo artigo "J'accuse", no L'Aurore, foi fundamental para colocar às claras a farsa oficial reacionária.

Em 1906, depois de longa luta, Dreyfus foi reabilitado. Jamais foi indenizado pelos anos na cadeia.

Muitos criminosos, entretanto, jamais passaram perto do cárcere.

É o caso, por exemplo, do proprietário de jornal que, em São Paulo, colaborava com os torturadores e assassinos empregados pelo Regime Militar.

Esse elemento nunca dormiu num banco de concreto atrás das grades, nunca comeu feijão estragado, tampouco tomou sofreu em sessões de eletrochoque.

Impune, pôde educar seu herdeiro para a iniquidade.

Criou um lagarto de rasteiro caráter, invejoso e fraco, capaz de valer-se da calúnia e da difamação para atingir seus objetivos.

Esse dublê de jornalista, falso intelectual, despreza a lei e escarra nos mais básicos códigos de civilidade.

A acusação a Lula no episódio "estupro" agrega mais uma nódoa à ficha do empresário canalha da desinformação. O interesse? Derrubar a candidatura daquela que rotularam de terrorista.

A imprensa paulistana poderia citar oito verdades, ou não, por elegância:

- que o tal Benjamin não merece a confiança dos próprios parentes, tido como vil, traiçoeiro e dado a mentir por capricho;

- que o próprio publisher golpista assediava jovens rapagões no ambiente profissional;

- que a companheira ocasional do tal o ridicularizava entre as mesas da redação, apontando nele a psicopatia violenta e a ausência da virilidade;

- que a malta reacionária de "Óia" pratica todo tipo de perversão, a exemplo do capo que se diverte excentricamente nos hotéis engordurados do Centro paulista, e que carrega o trauma de um largo pepino resistente;

- que o augustíssimo articulista de "Óia", tão interessado no elogio a Benjamin, imita a Arno e aspira o pó nos banheiros das redações que dirige;

- que o major tucano carateca do golpe é o mesmo que aprecia "carnes novas" e livrou seu comparsa amazonense da CPI da Exploração do Menor;

- que um ex-presidente da República esconde seus rebentos por aí, em esquemas pagos pelos barões da mídia monopolista;

- que o tal repórter do niuiorquitaimes brincava lascivamente com jovens índias na Amazônia.

O fim de novembro poderia brindar o país com celas frias para quem realmente merece.

Uma sombria para o Edouard Drumont paulistano, por exemplo.

Outra imperial ao canalha ressentido e desqualificado. Pois se dá a Cesar o que é de Cesar.

Mas o que esperar da suprema justiça? Lá no alto, pois, vale mais o mimo dantesco.

E o honesto Dreyfus, aqui, continuaria detido pelo resto da vida.

FONTE: http://propaulo.blogspot.com/
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sábado, 28 de novembro de 2009

MSM fará ato contra a Folha

COMUNICADO

Eduardo Guimarães - em seu blog

Conversei com o diretor jurídico do Movimento dos Sem Mídia e concluímos que cabe, sim, à ONG assumir a responsabilidade pelo ato público convocado para o dia 5 de dezembro próximo diante do jornal Folha de São Paulo. Se algum estupro aconteceu nesse episódio da publicação de ataque à honra do presidente da República na edição de 27 de novembro de 2009 do jornal Folha de São Paulo, esse estupro foi do jornalismo.

O Movimento dos Sem Mídia foi criado para protestar contra mau jornalismo, e é mau jornalismo o que fez o jornal paulista no episódio da publicação de artigo injurioso do ativista político Cesar Benjamin, que afirmou que o presidente Lula teria lhe confessado que tentou estuprar um jovem durante a ditadura militar.

Eis os erros da Folha:

1. Não ouviu o lado acusado

2. Não ouviu gente ligada ao acusado e ao acusador.

3. Transformou uma acusação grave ao primeiro mandatário da nação em um julgamento sumário ao dar voz a um só lado.

4. Publicou a matéria acusatória de forma sorrateira – uma acusação daquelas perdida no meio de um texto enorme.

5. Deu curso ao julgamento sumário de uma acusação sem qualquer prova ao publicar cartas de leitores decretando a culpa do presidente da República, mesmo tendo permitido a defesa de outros leitores (mas só no dia posterior ao da acusação), como se ele estivesse em um julgamento, só que de um “crime” que, até prova em contrário, jamais existiu.

6. Diferiu de atitude em relação a Lula e a FHC em quase duas décadas, mostrando parcialidade.

O resultado dessa vergonha pseudo jornalística é um trauma moral – e que poderia (?) se tornar um grave prejuízo político – irreversível para o presidente da República, representante de toda essa maioria esmagadora de cidadãos brasileiros que votou nele e que, notoriamente, continua apoiando-o.

Em suma, se não preservou o direito daquele que foi acusado sem qualquer prova, o jornal fez exatamente aquilo que combate a ONG Movimento dos Sem Mídia.

Dessa maneira, reafirmo aqui, em nome do MSM, que, no próximo dia 5 de dezembro, às dez horas da manhã, acontecerá um ato público que poderá ser de meia dúzia de pessoas ou de várias centenas, como aconteceu em 7 de março deste ano por conta da tese do mesmo jornal de que a ditadura militar brasileira teria sido uma “ditabranda”.

Ao signatário deste blog isso não importa (a quantidade de manifestantes). Desta vez, limitar-me-ei a fazer aqui, durante a próxima semana, os comentários que achar necessários para que o ato aconteça.

O importante é que esse ato aconteça, que essa gente saiba que há cidadãos que não se deixam intimidar, que as reações a qualquer ameaça ao Estado de Direito ocorrerão por menos que sejam os que ousarem reagir, pois enquanto houver quem reaja eles saberão que poderão fracassar.

O que está em jogo, neste momento, são as verdades de cada um de nós, tudo aquilo em que acreditamos – ou tudo aquilo que dizemos que acreditamos. As omissões não pesarão aos poucos que se manifestarem, mas aos omissos, e omisso é quem acredita em alguma coisa e busca desculpas para não ter o trabalho de defender o próprio ideário.

Reitero, pois, que este que escreve cumprirá sua promessa de ir dizer, diante desse jornal irresponsável e ladino, tudo o que deve ser dito em alto e bom som. E o que me facultará fazê-lo, mais uma vez, será o megafone do Movimento dos Sem Mídia, aparato que eu os que comungam com meus ideais já usamos tantas vezes.

FONTE: http://edu.guim.blog.uol.com.br/
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Folha atinge o paroxismo da calhordice

Por Miguel do Rosário - em seu blog

Creio que todos estamos ainda em estado de perplexidade. Sim, porque a Folha hoje volta à sua calhordice. Publica no Painel de Leitores cartas de leitores que afirmam ter acreditado na história contada por César Benjamin.

A Folha publica a carta de um global, Marcelo Madureira, que desde longe vem realizando, de todas as maneiras, oposição sistemática ao Lula:

"Em tempos de unanimidades, bajulação, mentiras, censuras veladas e neoperonismos, o corajoso e sensível depoimento de César Benjamin só vem confirmar aquilo de que eu já desconfiava havia muito tempo: que o Brasil está sendo governado por um bando de cafajestes sem escrúpulos. E o que é pior: recebem indenizações pelas suas cafajestadas. Parabéns a César Benjamin e a esta Folha."

MARCELO MADUREIRA, "Casseta & Planeta' (Rio de Janeiro, RJ)

Madureira é um canalha alienado. Quer transformar vítimas da ditadura, pessoas que foram presas e torturadas em "cafajestes sem escrúpulos". Quando ele fala que já desconfiava, revela o objetivo da matéria publicada pela Folha, que era ir de encontro ao subconsciente de seus leitores, já devidamente preparado por manipulações diárias. Todos os antilulistas fanáticos agora se encarregarão de espalhar boatos e "confirmar" o que já suspeitavam.

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No interior do jornal, todos os procurados deram depoimentos negando veementemente a história. A Folha consegue, mesmo nessas matérias, botar as negações no final dos textos e fora dos títulos. Consegue, nos títulos, criar ambiguidades.

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Ao dizer que Silvio Tendler afirmou que era brincadeira, a Folha não publica a versão integral de Tendler, dando detalhes de tudo, contextualizando inteiramente o episódio. Confira aqui a versão de Tendler. A podridão atingiu o apogeu.

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Ou seja, todas as testemunhas citadas, ou sugeridas, por Benjamin, negaram a sua história. Mais ainda, afirmam que se trata de uma mescla de mau caratismo e ressentimento com estupidez. Lula já era uma figura pública. Hoje se sabe exatamente quem estava na cadeia com Lula durante todo o tempo em que ficou preso. O irmão de Lula, o Frei Chico, que foi torturado barbaramente na prisão, lembrou que o presidente ficou preso com outros diretores do Sindicato dos Metalúrgicos.

A Veja conseguiu, inclusive, encontrar um homem que, na época, pertencia ao grupo político MEP, e seria o tal "menino do MEP". O homem negou, enojado, a história. A Veja, claro, bota a negação ao final do texto, depois de um título acusatório e um começo de texto ambíguo.

Milhares, talvez milhões, de brasileiros, estão estarrecidos com o nível a que chegou a imprensa brasileira. Desespero, inveja, mau caratismo, cafajestagem, cinismo.

Diante de um descalabro desse quilate, o sentimento de revolta que germina em todos, porém, precisa de um pouco de tempo para ser assimilado racionalmente. Que vivíamos uma guerra, já sabíamos, ou ao menos desconfiávamos, mas creio que havia um fiapo de esperança de que não haviamos chegado aos extremos. Chegamos.

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Uma amiga da minha mulher veio falar com ela:

- Minha mãe contou que leu no jornal que o Lula estuprou um rapaz.

Daí você vê o prejuízo causado ao debate político. Em vez de estarmos falando de outros assuntos, agora teremos que suportar a indignação de milhões de polianas, que nada mais são que brasileiros normais, sem hábito de ler blogs. E agora?

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Diante de tal situação, apenas sugiro que nos concentremos no blog do Nassif, do Eduardo Guimarães, do Azenha. Com certeza, o tema terá desdobramentos interessantes. Um ataque desse quilate deve ser respondido à altura.

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Não estamos mais falando de política. Trata-se agora de uma questão de direitos humanos. Do direito da imprensa de caluniar e humilhar pessoas. O Leviatã, finalmente, cometeu um grande erro. Não vamos perder essa oportunidade.

FONTE: Miguel do Rosário
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A baixaria da Folha já não tem limites

Por Helena Sthephanowitz - em seu blog

Relutei muito em comentar o deprimente episódio do artigo de Cesar Benjamin, publicado pela Folha de São Paulo sem nenhum tipo de averiaguação, onde ele diz que o Presidente da República teria tentado estuprar outro detento quando esteve preso, em 1980, em plena ditadura militar. O episódio não tem o menor indício de que possa aer real, por várias razões:


1- Ao ser preso, Lula já era uma figura nacional, com fotos nas primeiras páginas dos jornais. Liderara greves em 1978 e 1979 que o tornaram conhecido no Brasil inteiro. Não era um anônimo na cela. Era um homem a que se buscava desmoralizar de qualquer forma, e certamente não haveria forma melhor do que fazer-lhe esta acusação;

2- Como é que uma cena destas, com a resistência que o autor narra ter havido, com socos e cotoveladas, se passou sem o conhecimento de outros presos - já que, para isso acontecer, Lula não poderia estar numa cela individual;

3- Um preso com a importância política de Lula jamais ficaria sem vigilância especial. Quatro anos antes, o “suicídio” de Wladimir Herzog, preso pelo Exército, havia abalado o país e provocado a demissão do general Ednardo D’Avila Mello, e o quase golpe de estado do general Sílvio Frota;

4- Quem comandava o DOPS paulista, onde Lula ficou preso, era o delegado e hoje senador Romeu Tuma. Como é que uma históriadestas não iria parar nos seus ouvidos?

Lula ficou um mês e um dia preso - de 19 de abril a 20 de maio . Só saiu, e escoltado, para ir à missa de corpo presente de sua mãe, que morreu de câncer Durante este período recebeu visitas e apoio das maiores figuras politicas da oposição. Meu avô entre eles. Uma cena destas poderia ter ficado desconhecida dos carcereiros ou dos demais presos?

O acusador de Lula saiu do PT em 95. Já deu entrevistas acusando-o de corrupto, diversas vezes. Mas nunca falou, por 15 anos, sobre o que escreveu na Folha. Não se pode conjecturar sobre o que levou a isso, agora.

Mas há uma certeza: a guerra chegou ao campo da sujeira. A Folha presta-se ao papel de lançar a imundície, que vai repercutir nos demais jornais. Já fez isso com a falsa ficha de “terrorista” de Dilma Roussef.

Aos amigos que acham que, quando a gente vem falando aqui do jogo sujo - um truquezinho aqui, uma gracinha ali- que está tomando conta da mídia, isso é exagero ou paranóia, agora têm este fato para avaliar.

Entendo que Lula não queira chafurdar nesta poçilga. Mas nós temos de combater, sem medo de enfrentar a mídia.Por isso, decidi-me a tocar nesta coisa imunda e sórdida.

A mentira, repetida mil vezes… A frase de Goebbels ainda soa atual. Enviado do blog do Brizola Neto

FONTE: osamigosdopresidentelula
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Lungaretti: Reações em cadeia à nova infâmia da Folha contra Lula

Como jornalista, aprendi que nada é impossível. Então, depois de ler, estarrecido, o texto no qual o cientista político Cesar Benjamin acusava o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de lhe haver relatado uma tentativa de estupro que teria cometido em 1980, resolvi esperar a evolução do caso antes de condenar inapelavelmente quem um dia já foi herói deste sofrido país.

Por Celso Lungaretti, em Náufrago da Utopia

Mas, a minha avaliação inicial foi das mais negativas. Dai haver afirmado claramente, em artigo escrito de batepronto, que o relato de Benjamin, da forma como foi apresentado, lhe valeria uma condenação como caluniador em qualquer tribunal.

Algo assim só seria aceitável com a corroboração da suposta vítima ou, pelo menos, das outras pessoas que ele afirmou estarem presente na conversa.

A edição de hoje (sábado, 28) da Folha de S. Paulo nada trouxe que verdadeiramente respaldasse a versão de Benjamin -- o qual não se manifestou, sequer.

E as reações vieram em cascata:

O publicitário Paulo de Tarso da Cunha Santos, citado por Benjamin, afirmou que "o almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu", que "o publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall", e que não houve "qualquer menção sobre os temas tratados no artigo";

O cineasta Sílvio Tendler, com melhor memória (a conversa aconteceu há 15 anos), diz ser o outro publicitário cujo nome Benjamin esqueceu e sugere que outorguem ao cientista político o "troféu de loira [burra] do ano" por não haver entendido "uma brincadeira, como outras 300" que o Lula fazia todos os dias;

Ex-companheiros de cela de Lula no Dops, José Maria de Almeida (PSTU), José Cicote (PT) e Rubens Teodoro negaram a tentativa de estupro, tendo Almeida acrescentado que não havia ninguém do Movimento pela Emancipação do Proletariado na cela e Cicote se lembrado vagamente de que um sindicalista de São José dos Campos seria apelidado de "MEP";

Armando Panichi Filho, um dois dois delegados do Dops escalados para vigiar Lula na prisão, disse nunca ter ouvido falar disso e não acreditar que tenha acontecido, mesmo porque, segundo ele, nem sequer havia "possibilidade de acontecer”;

O então diretor do Dops Romeu Tuma também desmentiu "qualquer agressão entre os presos";
o Frei Chico, um dos irmãos do presidente Lula, lembrou que a cela do Dops era coletiva e que nunca Lula ficou sozinho, pois estava preso com os outros diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (Rubão, Zé Cicote, Manoel Anísio e Djalma Bom);

Lula, de acordo com o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto de Carvalho, teria ficado triste e abatido, afirmando que isso era "uma loucura";

O próprio Gilberto de Carvalho qualificou a acusação de "coisa de psicopata" e recriminou a Folha por tê-la publicado;
O ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, afirmou que o artigo é "um lixo, um nojo, de quem escreveu e de quem publicou";

O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, atribuiu "essa coisa nojenta" aos ressentimentos e mágoas de Benjamin, que algum tempo depois deixaria o PT, mas não por causa desse episódio;

O Frei Beto qualificou o artigo de "execrável" e disse que Lula, "ainda que não fosse presidente", mereceria respeito.

Ou seja, a tentativa de estupro não é confirmada por ninguém. Talvez tenha estado preso mesmo um sindicalista alcunhado de MEP. E Lula parece haver feito uma piada de mau gosto, como tantas outras que marcam sua trajetória de falastrão contumaz.

O certo é que não havia sustentação para a Folha publicar, p. ex., uma reportagem a este respeito. Não se acusa um presidente de tentativa de estupro com tão pouco.

Concedeu, entretanto, uma página inteira para Benjamin colocar essa bobagem em circulação, municiando a propaganda direitista.

Jornalisticamente, sua atuação é indefensável, desprezível, manipuladora.

Desceu aos esgotos, repetindo o episódio em que usou outro bobo útil de esquerda para tentar envolver a ministra Dilma Rousseff com um plano para sequestrar Delfim Netto que nunca saiu do papel.

Cesar Benjamin deveria ter aprendido a lição.

Agora, ou vem a público provar sua acusação, ou estará definitivamente morto para a política.

Quanto à Folha, já morreu para o jornalismo faz tempo.

FONTE: Vermelho
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Folha: um jornal sem rumo

Por Luis Nassif, em seu blog

A decisão de Otávio Frias Filho de publicar a carta de César Benjamin com acusações graves, sem conferir, seguiram-se duas outras que mostram a total falta de rumo daquele que foi o mais influente jornal brasileiro dos anos 80 e 90.

No Painel do Leitor, permite um amontoado de cartas que tomam como verdadeiras as afirmações de César Benjamin.

Na página interna, o levantamento – que deveria ter sido feito antes – mostrando que as informações são inverídicas.

Se são inverídicas, qual a razão de se permitir a publicação de cartas de leitores ludribriados pela decisão do jornal de dar espaço a uma versão falsa?

A sucessão na Folha se deu no pior momento da sua história. Nos anos 80, o principal jornal, o Estadão, se perdeu por excesso de sucessores. No caso da Folha, está se perdendo por falta de sucessão. Tem-se um diretor de redação que gosta das prerrogativas do cargo, mas não gosta de jornalismo, não lê jornais (nem mesmo o seu), não tem discernimento para tratar nem com notícias, nem com pessoas, muito menos com questões de maior gravidade, como essa de publicar o artigo de Benjamin.

A perna comercial da família manteve o ritmo. Só que elemento fundamental da sobrevivência era a credibilidade do jornal, ajudando a pavimentar as relações comerciais e políticas do grupo. Por isso, a sucessão de desastres editorais dos últimos tempos -ir a reboque da Veja (tendo um perfil de público diferente), ficha de Dilma, envolvimento do jornal com Dantas, exposição imprudente com Serra e, agora, esse episódio-limite – têm implicações graves sobre a credibilidade do jornal, E, aí, passa a afetar diretamente as estratégias comerciais da empresa.

É uma situação que vai ser resolvida inevitavelmente no âmbito familiar. Aliás, deveria ter sido resolvida logo que seu Frias saiu de cena. Quanto mais tempo demorar, mais sua herança será dilapidada.

FONTE: Luis Nassif
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O testemunho de ST, citado por Benjamin

Por Cecilia

Do Terra Magazine

Tendler: “Só um débil mental não viu que era piada do Lula”

Bob Fernandes

César Benjamin, 55 anos, é ex-preso político e um dos fundadores do PT. Na sexta-feira, 27, Benjamin escreveu um artigo na Folha de S. Paulo e acusou o hoje presidente Lula de ter revelado, em 1994, uma tentativa de estupro dele, Lula, contra um “menino do MEP”. Tentativa que teria acontecido em 1980, quando o então líder sindical Lula esteve preso por 30 dias, e na mesma prisão, com o jovem da organização de esquerda que já não existe, o MEP. César Benjamin cita, em seu texto, uma testemunha, “um publicitário brasileiro que trabalhava conosco cujo nome também esqueci”.

O “publicitário” é o cineasta Silvio Tendler, que em 1994 trabalhou na campanha de Lula à presidência da República. De início, afirma Tendler:

- Ele diz não se lembrar de quem era o “publicitário”, mas sabe muito bem que sou eu. Eu estava lá e vou contar essa história…

Continue lendo
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Semi-padrão Veja. Foi atrás do tal rapaz do MEP, hoje um senhor que está no interior. Ele desmentiu a história até nas aspas da Veja. Belo furo. Só que o título enfatiza a acusação. E o furo que desmente fica escondido no texto.
O semi-jornalismo da Veja e o caso MEP
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A "malandragem" cafajeste do Otavinho

por Luiz Carlos Azenha - em seu blog

Otávio Frias Filho é um cafajeste. A edição da Folha de S. Paulo de hoje, aquela que trouxe como não quer nada uma acusação-bomba ao presidente da República, assinada por outro cafajeste, é uma tentativa mal disfarçada de "malandragem" jornalística.

Não leio a Folha faz tempo, por isso. Não assino o UOL. Não compro nenhum produto do grupo Folha. Fiz isso muito antes que outros blogueiros esperneassem contra o jornal. Se tiver de ler algum jornal, leio o Estadão. O Estadão não disfarça. É um jornal conservador. Defende interesses conservadores. A Folha é um jornal dirigido por um cafajeste. Um cafajeste medroso, que não tem coragem nem de assumir suas posições políticas claramente. Um cafajeste que se apresenta como "neutro", "imparcial" e outras safadezas do gênero.

Por dever de ofício, peguei a edição da Folha de hoje, emprestada de um amigo. O jornal dedicou espaço em três páginas para atacar o filme sobre Lula. Está claro, para quem é do ramo, que a Folha quis enfeitar o pavão em torno do artigo do César Benjamin. Que é um cafajeste, simples assim, por ter feito uma acusação gravíssima contra um presidente da República sem apresentar provas, sei lá com qual objetivo político. Inveja? Dor de cotovelo? Ódio ideológico?

Mas volto ao jornalismo cafajeste da Folha: se o jornal de fato pretendia investigar o assunto, poderia muito bem ter publicado a denúncia como manchete de primeira página. Mas, se fosse assim, ficaria muito claro o jogo político. E a Folha se exporia. O que fez o jornal? Cercou o texto de César Benjamin de outras reportagens sobre o filme "O Filho do Brasil" e, como quem não quer nada, deixou a acusação flutuando no meio do texto.

Dois colegas jornalistas disseram que começaram a ler o texto de Benjamin mas desistiram no meio: era muito chato. Só ficaram sabendo da acusação na internet. Que, presumo, foi justamente o objetivo: agora os textos de "Dilma, terrorista" vão acompanhar os de "Lula, estuprador", nos e-mails que se espalham pelo mundo e ganham destaque especialmente nos chats e nos sites de relacionamento. É a propaganda eleitoral do século 21.

Sei do que estou falando: desde que o Viomundo tocou no assunto, recebi uma onda de comentários sustentando as acusações contra o presidente da República, de "leitores" que nunca estiveram no site. É, presumo, a turma encarregada de espalhar a "acusação" contra Lula, de dar pernas à versão assinada por César Benjamin. Ele é a Miriam Cordeiro, versão 2010. Faz parte dos que pretendem detonar o filme com o objetivo de evitar que Lula, lá adiante, transfira votos para a ministra Dilma Rousseff. Evitar que o "estuprador" eleja a "terrorista". Isso dá uma medida do desespero que essa possibilidade, cada vez mais factível, causa. E é na hora do desespero que os cafajestes se revelam.

PS: Um dos jornalistas com os quais conversei a respeito, leitor da Folha há décadas, me disse: "Vou cancelar a assinatura. Agora deu.".

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Djalma Bom: "Claro que o Lula não estuprou ninguém! É revanchismo!"

por Conceição Lemes

19 de abril de 1980. Eram 6 da manhã. Forte aparato policial cercou a casa de Lula no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo. A ordem era prender o então presidente dos Metalúrgicos de São bernado do Campo e Diadema. No mesmo instante, eram presos Djalma Bom e Devanir Ribeiro, respectivamente tesoureiro e primeiro-secretário do Sindicato. Os dois foram os únicos que ficaram presos com Lula durante os 31 dias.

Viomundo -- O Lula estuprou alguém na cela do DOPS?

Djalma bom – Claro que não. Só um doente mental para falar tamanho absurdo.

Viomundo -- Como era a cela?

Djalma Bom -- Media 4 por 12 metros. Teve dia de estarmos em 18 na cela. O banheiro não tinha porta. Qualquer movimento todo mundo via. Era IMPOSSÍVEL ocorrer algo e ninguém notar. A luz ficava acesa a noite inteira.

Viomundo -- Quantos dias você ficou preso?

Djalma Bom --Trinta e um. O Lula, o Devanir e eu fomos presos no mesmo dia à mesma hora. Eram 6 da manhã, quando a Polícia Federal bateu na minha porta. Fui olhar. Tinha carro de polícia por todo lado. O quarteirão foi cercado. O telefone, cortado para que a gente não se comunicasse com o restante da diretoria. Por isso te garanto: não ocorreu estupro algum.

Viomundo – Por que o Benjamin mentiu?

Djalma Bom – É um psicopata. Só pode estar sofrendo de algum distúrbio mental.

Viomundo – Tem certeza? Nada mais?

Djalma Bom -- É revanchismo contra o PT, contra o Lula, contra o governo. Uma pessoa ressentida.

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Vicentinho: "A Folha foi irresponsável. Deve desculpas ao Brasil"

por Conceição Lemes

José Vicente de Paulo, o Vicentinho, deputado federal pelo PT-SP, ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema e ex-presidente da CUT (Central Ùnica dos Trabalhadores):

"O César Benjamin, todos nós sabemos quem ele é e do ódio que ele tem do Lula.

Maldade maior foi da Folha. Publicar uma matéria dessa sem checar, é irresponsável. A Folha deve desculpas ao Lula e ao Brasil".
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FONTE: Vi o Mundo

O delegado Panichi nega o episódio (de Lula estuprador, isto segundo a Folha de Zé Serra)

Por Luis Nassif, em seu blog
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Conversei agora com o delegado Armando Panichi Filho, um dois dois escalados para vigiar Lula na prisão. O delegado acompanhou Lula ao enterro da mãe.
Diz ele nunca ter ouvido falar de nada semelhante ao episódio relatado por César Benjamin. E sustenta ser impossível. Na cela de Lula tinha duas ou três pessoas juntos. No corredor, as celas eram coladas. Qualquer episódio seria percebido ou pelos carcereiros – que davam plantão 24 horas por dia – ou pelos presos das demais celas.
“Nunca ouvi falar disso e não acredito que tenha acontecido e muito menos que houvesse possibilidade de acontecer”, diz o delegado.
Lembra ele que muitos jornalistas freqüentavam o DOPS na época. Se tivesse ocorrido qualquer episódio, eles saberiam. Ou mesmo o delegado Romeu Tuma teria comentado com ele.
O delegado considerou o episódio muito estranho e queria entender qual o motivo da denúncia.
A Nota de Paulo de Tarso
São Paulo, 27 de novembro de 2009.
Aos profissionais da imprensa.
A respeito do artigo publicado na Folha de São Paulo, nesta quinta-feira, dia 27 de novembro, sob o título “Os filhos do Brasil” (pg. A8), de autoria do cientista político César Benjamin, onde sou citado nominalmente como participante de um almoço acontecido durante a campanha de 1994, com a presença do atual Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, e outros interlocutores, gostaria de me manifestar publicamente para que não pairem dúvidas sobre a minha versão do acontecido:
1 – O almoço a que se refere o artigo de fato ocorreu. O publicitário americano mencionado se chamava Erick Ekwall e nos tinha sido recomendado pelo empresário Oded Grajew.
2 – Eu, Paulo de Tarso, então responsável pela campanha publicitária do atual Presidente, não me recordo da presença de César Benjamin nesse almoço – embora ele trabalhasse conosco na campanha.
3 – Confirmo a informalidade do almoço, mas absolutamente não confirmo qualquer menção sobre os temas tratados no artigo.
4 – Não compreendo qual a intenção do articulista em narrar os fatos como narrou (como disse, sequer me lembro de sua presença na mesa).
5 – Não concordo com o conceito do que foi escrito – um ataque particular à figura do Presidente da República que, na minha opinião como cidadão, independente de quem seja, deve receber o respeito da sociedade brasileira como representante maior das instituições democráticas.
Sem mais.
Atenciosamente,
Paulo de Tarso da Cunha Santos
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Dados sobre a prisão de Lula

Por Henrique Marques Porto
Nassif,
Existe um homem que pode esclarecer alguma coisa a respeito dessa denúncia bizarra. É o delegado de polícia Armando Panichi Filho, um dos dois que receberam a tarefa de “vigiar” Lula durante o período em que esteve preso.
Em 2002, logo depois da vitória de Lula, o Fantástico entrevistou o delegado.
Clique aqui para continuar lendo
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As tormentas de César Benjamim
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Cesar Benjamin, em palestra proferida no dia 4 de dezembro de 2003, durante o seminário “Um ano de Governo Lula: balanço e perspectivas”
“Boa noite a todos e a todas. Meus colegas e amigos do projeto de análise de conjuntura sabem que eu não gostaria de estar falando aqui. Pedi para não ocupar essa posição por motivos pessoais. Ando muito deprimido, e isto está me criando uma certa angústia. Há mais ou menos vinte dias fui falar na UFRJ e acabei chorando no meio. Foi um mico horroroso. Espero conseguir chegar ao fim desta minha fala, e por isso vou fazê-la de maneira rápida… ”
http://desempregozero.org/2007/11/05/a-verdadeira-heranca-maldita/#more-147
Por Luiz Antonio Magalhães
Quem é César Benjamin? Resposta http://blogentrelinhas.blogspot.com/2009/11/sobre-arruda-e-cesinha.html
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Até presidente do PSTU desmente Benjamin

Do Estadão

Lula reage a acusação de violência sexual

Em artigo, ex-petista diz que presidente teria tentado abusar de colega na prisão; outros presos contestam
O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO – “Isso é coisa de psicopata, só a psicopatia pode explicar”, disse nesta sexta-feira, 27, o chefe de gabinete da Presidência da República, Gilberto Carvalho, ao comentar acusações feitas pelo cientista político e ex-militante petista César Benjamin contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Em artigo publicado na Folha de S. Paulo, Benjamin afirmou que Lula tentou abusar sexualmente de um colega de cela, quando esteve preso no Dops, em 1980.
Carvalho também relatou que o presidente ficou “triste” ao ler o artigo. “Ele disse que é uma loucura”, afirmou o assessor. “Não entendi porque a Folha publicou aquilo. Se a imprensa for por esse caminho é muito ruim”, completou.

Aqui o texto na íntegra
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A diferença entre Bradlee e Frias Filho

Por Ronaldo Bicalho

No blog do Luis Nassif

Confesso que, como tantos outros cidadãos brasileiros, eu fiquei chocado com o artigo publicado na Folha de São Paulo sobre a suposta tentativa de estupro impetrada pelo atual ocupante do cargo mais importante do país, ao tempo em que esteve preso em 1980.

A acusação é extremamente grave, considerando a importância do cargo ocupado pelo acusado, a natureza do crime a ele imputado e o fato da Folha de São Paulo ser o maior jornal do país.

A prova apresentada pelo artigo são as reminiscências de uma conversa entre o acusado e o autor do artigo, ocorrida há quinze anos, presenciada por outras pessoas, algumas identificadas e outras não.

Das testemunhas identificadas, uma delas, Paulo de Tarso, já desmentiu o autor do artigo.


Aqui o artigo na íntegra
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Protesto
Nem que eu vá sozinho
Por Eduardo Guimarães, em seu blog

Comunico que irei à porta da Folha de São Paulo ler um manifesto de repúdio contra o ataque insidioso à honra do presidente Lula praticado hoje pelo jornal. E irei nem que tenha que ir sozinho. Os motivos estão no texto logo abaixo deste. A data do protesto, informarei o quanto antes.

Folha publica acusação a Lula de tentativa de estupro

Escrevo ainda perplexo pelo que acabo de ler. A Folha de São Paulo publicou uma “análise” de um ex-militante do PT acusando o presidente da República, senhor Luiz Inácio Lula da Silva, de lhe ter confessado que certa vez tentou estuprar um jovem.

Não vou reproduzir ou sequer “linkar” aquilo. Exala um mau cheiro só comparável ao de quem escreveu e ao de quem publicou. Mas é preciso denunciar. É preciso expor até onde a direita pensa em ir no ano que vem.

Que órgão de imprensa publicaria alguma coisa desse gênero contra um tucano. Uma mera pulada de cerca de FHC foi ocultada por 18 anos. Uma acusação dessas, contra ele, jamais seria publicada. Aliás, acho que não seria publicada contra ninguém, não dessa forma.

Diante da reação de Dilma Rousseff nas pesquisas, diante do fracasso rotundo do golpe do Apagão, esses meliantes que dirigem o jornal supra mencionado foram desencavar algum ressentido fraco dos miolos. Querem obrigar Lula a processá-lo, é claro – e, com sorte, até ao próprio jornal.

Essa é apenas uma amostra do que pretendem fazer em 2010. É evidente que tentarão dar asas a essa história imunda no ano que vem. Sem provas, a palavra de um contra a do outro, como fizeram com Lina Vieira.

Chegou a hora de os homens (e, quando digo homens, quero dizer homens e mulheres) dignos das calças que vestem começarem a pensar no maior ato público que este país já viu. Um ato de repúdio a essa ultrapassagem fétida de todos os limites da ética.

Post Scriptum : Vocês se lembram do que eu disse quando a Folha divulgou, com um pequeno atraso de 18 anos, a história do filho de FHC com a jornalista, e do que eu disse sobre aquela história do Claudio Humberto de falar sobre mais um filho bastardo do tucano?

Post Scriptum 2: Está explicada a divulgação da existência do(s) filho (s) bastardo (s) de FHC.

Post Scritptum 3: Estou aqui esperando que todos os comentaristas de São Paulo venham se prontificar a ir à porta da Folha dizer na cara desses vermes tudo o que pensamos deles. De novo.

Post Scriptum 4: E quem quer apostar que o tal jovem que teria sido "quase" estuprado por Lula irá "aparecer"?

FONTE: http://www.blogger.com/www.edu.guim.blog.uol.com.br

Meu comentário

Eis aí mais um capítulo escrito por uma imprensa que ao invés de noticiar fatos faz oposição política, uma vez que os partidos políticos fracassaram em seu papel oposicionista, se é que este tipo de coisa que a Folha publicou hoje pode se chamar oposição política. Isso é sim, esgoto puro
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O esgoto está em festa, confiram se tiverem estômago para tal
(resolvi retirar o link para a turma do esgoto,,,não convêm,,é muita baixaria,,desculpem-me por ter postado por alguns minutos aquela porcaria)
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Segue abaixo o desabafo do nosso querido ator José de Abreu ao jornalista Luis Nassif

O ataque de César Benjamim

Por José de Abreu

LN

Onde chega a desgraça humana. Por que na hora não encheu o Lula de porrada? Porque não saiu da campanha? Porque nunca disse nada? Por que dizer isso agora? Deus do céu, onde vamos parar?

Tirem as crianças da sala!

Comentário (de Luis Nassif)

A Folha não quis endossar a acusação de César Benjamin e transformar em reportagem. Sabe que o jornal não tem credibilidade para criar escândalos. Deixou, então, que o escândalo aparecesse em um parágrafo de um artigo assinado por César Benjamin. Nele, Benjamin narra sua militância revolucionária. No fundo, um baita nariz de cera como desculpa para o ponto central: uma conversa rápida com Lula, na frente de um marqueteiro americano, na qual ele lhe teria dito que, quando preso no DOPS da Frei Caneca, que abusara de um jovem militante.

Há pontos curiosos na história – que nem pode ser descartada nem endossada a priori. Benjamin não era da intimidade de Lula. Participou da campanha de 1994, mas nunca gozou de proximidade maior com Lula. Pessoas que convivem há trinta anos com Lula – como Ricardo Kotscho, com quem conversei agora – jamais ouviram falar de tal história. Outro militante da época com quem falei, contou ser comum, em conversa de metalúrgico, contar prosa, casos, exageros. Diz não ser possível acreditar que Lula tivesse feito aquilo. Poderia ter ocorrido na cela ou em outra cela, com outras pessoas? É possível que Lula tenha narrado o episódio em tom escrachado e Benjamin o tivesse como colocado como o algoz? É possível, mas quem há de saber?

Sabendo, porque a denúncia não foi feita antes? Há a explicação de que denúncias que não são feitas no momento adequado, desaparecem. Mas porque esse episódio, de tal gravidade, não circulou sequer entre militantes, oposição e jornais ávidos por qualquer escândalo? O fato, se ocorreu, foi em uma cela com muitos presos se acotovelando. Se Lula contou para um quase desconhecido, porque não contaria em bares de São Bernardo, em outros ambientes. E, se contou, como entender que a informação não circulou?

Benjamin é, antes de tudo, um ser político. É evidente que o objetivo da suposta denúncia foi político.

Aqui a postagem na íntegra

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O Irã acompanha este mensário

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mãe interna o filho após descobrir que ele é gay

Mais um caso grave de homofobia no Brasil. Uma mãe de Belo Horizonte teria internado seu próprio filho em uma clínica psiquiátrica no interior de São Paulo, após descobrir que o filho é homossexual e está namorando um rapaz.
O jovem conta que 3 homens o sedaram e o levaram de casa a força enquanto ele dormia. Ainda diz que que nunca fez mal a ninguém e que beber e fumar maconha não faz de ninguém um criminoso, que tem que ser privado do convívio dos amigos e familiares e que sua mãe não aceita a sua opção sexual. Ele, que está há 74 dias internado, pede ajuda por medio de uma carta, mas alega que não precisa de remédios, e que esta lúcido. A mãe disse que internou por causa do uso de maconha. "Eu o internei porque quero o melhor para meu filho e não quero que ele chegue ao fim do poço".
Os médicos dizem que o rapaz tem bom comportamento, é consciente dos seus atos e não sabem o real motivo de sua internação na clínica. O Conselho Federal de Psicologia e o Ministério Público vão apurar o caso.
A mãe do rapaz agiu corretamente?
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A penalização da homofobia

Por causa de um comentário, tive que atualizar o post (clique aqui ) sobre o assunto.
Resolvi não subir o post para evitar que o link se perca para quem tenha recebido o link da postagem.

Portugal acompanha este mensário

Uma grande festa da cultura brasileira

Presidente Lula entrega Ordem do Mérito Cultural ao sambista Noca da Portela. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Presidente Lula entrega Ordem do Mérito Cultural ao sambista Noca da Portela. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Com apresentações irretocáveis de Ney Matogrosso, José Miguel Wisnik, Noca da Portela e Gerson King Kombo, entre outros, grandes nomes da cultura brasileira – do presente e do passado – foram agraciados hoje no Rio de Janeiro com a Ordem do Mérito Cultural 2009, evento promovido pelo Ministério da Cultura. A festa contou com a presença do presidente Lula, dos ministros Juca Ferreira (Cultura) e Dilma Roussef (Casa Civil) e do prefeito Eduardo Paes, entre outras autoridades. A cerimônia foi encerrada com uma bela apresentação dos Filhos de Gandhy, da Bahia.

Com horário apertado para viajar a Manaus (AM), o presidente acabou não discursando. Ele terá amanhã (quinta-feira, 26/11) compromissos como a inauguração do gasoduto da Petrobras que liga Urucu-Coari à capital do estado. Depois se reúne, ainda em Manaus, com chefes de Estado da região amazônica na Cúpula dos Países Amazônicos e França sobre Mudança do Clima.

A entrega da Ordem do Mérito Cultural 2009 teve como homenageado especial o compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. Também foram lembrados ‘in memorian’ o poeta Patativa do Assaré, o artista Bispo do Rosário, os cantores Ataulfo Alves e Raul Seixas, o paisagista Burle Marx e o artesão Mestre Vitalino. Entre os homenageados da atualidade figuravam o diretor de teatro Aderbal Freire Filho, os cantores Ângela Maria e Gérson King Kombo, a coreógrafa Deborah Colker, o escritor moçambicano Mia Couto, o artista Elifas Andreato, o humorista Chico Anysio, o diretor Carlos Manga, o músico e escritor José Miguel Wisnik e o cineasta português Manoel de Oliveira. Veja a lista completa aqui.

FONTE: Blog do Planalto

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Sucinto, Ney se diz 'estranho' ao receber prêmio

Por Mauro Ferreira, em seu blog
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Laureado com o Prêmio Shell de Música 2009 pelo conjunto de sua obra camaleônica, Ney Matogrosso foi sucinto ao receber o troféu em cerimônia realizada na noite de terça-feira, 24 de novembro, na casa carioca Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). "Eu não sei o que fazer com prêmio. Eu fico meio estranho... Agradeço às pessoas que me indicaram. Confesso que não faço nada na minha vida pensando em prêmio, mas, quando ele vem, é bom. É sinal de que o trabalho alcançou uma dimensão que a gente nem sabe qual é", disse o cantor num breve discurso de agradecimento

Clique aqui para continuar lendo

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Fwd: Sarau dos 7000

---------- Forwarded message ----------
From: Portal Luis Nassif
Date: 2009/11/25
Subject: Sarau dos 7000
To: "josecarloslima70@gmail.com"


Portal Luis Nassif

Uma mensagem a todos os membros de Portal Luis Nassif

No dia 12 de dezembro, sábado, haverá a reunião de confraternização dos frequentadores do Blog e do Portal.

Estão previstos dois eventos: uma feijoada e um sarau à noite.

Para poder estimar melhor a quantidade de pessoas, caso você pretenda participar clique aqui.

E clique aqui para ir à página do Sarau. Lá os membros do Portal estão trocando informações sobre maneiras de vir a São Paulo, sugestões sobre como será o evento, cadastramento de músicos que darão canja.

Visite Portal Luis Nassif em: http://blogln.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

Para controlar os emails que você receberá em Portal Luis Nassif, clique aqui

Sobre "Lula, mentiroso", Google diz que não desarma bombas

do Siga MPost - no blog do Azenha

Siga MPost recebeu um questionamento da colaboradora Avelina Martinez Gallego, com o seguinte título - Para quem o Google trabalha?

Ela enviou o questionamento porque fez uma busca no site com a palavra "mentiroso" e no sistema de busca do site a primeira página que apareceu foi a biografia do Presidente Lula. Com isso, o site entrou em contato com a equipe do Google Brasil.

Veja o e-mail enviado pela equipe do Siga MPost ao Google

Prezado sr. Felix Ximenes,

Entro em contato em razão de uma queixa de uma internauta, que acessou o site Google, fez pesquisa com a palavra mentiroso e encontrou como resposta a biografia do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela pergunta a serviço de quem está o Google.

Certamente, nosso interesse é entender porque isso acontece e colocar a resposta do Google, para bem informar os leitores de nossa rede social e quem mais acessar o site.

Escrevo por isto e encaminho o endereço do site, para o sr. e sua equipe verem a postagem e, assim que possível, possam nos responder. Daremos igual destaque à sua resposta.

Agora veja a resposta enviada para nossa equipe:

Obrigado por seu e-mail! Sobre a pergunta que nos foi encaminhada, informo que o Google é uma ferramenta de busca que verifica mais de um trilhão de páginas na web automaticamente e cria um índice de relevância dessas páginas baseado em algumas centenas de critérios presentes no algoritmo matemático do Google. Apesar da complexidade dessa tarefa, de vez em quando verificamos algumas distorções criadas artificialmente. A esse fenômeno foi dado de BOMBA GOOGLE e trata-se de uma tentativa de manipular temporariamente os resultados do Google empreendido por um grande número de usuários da internet. Em geral, o Google não intervém nas Bombas Google, por estas terem caráter humorísticos ou políticos. O tempo e o uso da ferramenta se encarrega de corrigir essas distorções. Estaríamos agindo em favor de alguém se interferíssimos nessas manifestações de usuários.

Atenciosamente,

*Felix Ximenes*
Global Communications and Public Affairs | Google Brasil |

Minha opinião

Quem sabe um processo na Justiça contra o Google, por calúnia e difamação, force a empresa a desarmar suas "bombas" contra Lula.
Sem esta de que o Google estaria interferindo em manifestações de usuários, por sinal de caráter criminoso pois que de conteúdo difamatório.
Já contra o Serra não pode, até as fotos do desabamento do roubanel de SP foram apagadas, enfim, esta "bomba" o Google desarmou rapidinho, sem se preocupar nem um pouco com o respeito e o direito dos internautas.
Já "bombas" contra Lula, pode.
A este respeito ouça
Geni e o Zeppelin/Chico Buarque
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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Trem desgovernado de Serra parte montanha abaixo

Por Antônio Mello, em seu blog

Atenção direitistas raivosos, doutos preconceituosos, porcalistas e seu porcalismo, blogueiros de esgoto, colunistas de aluguel, viúvas de FHC, o trem desgovernado da candidatura Serra vai partir.
Primeiro apito: - Siiiii...
Segundo apito: - Fu....
Terceiro apito: - Siiifuuuu...
(sai o trem)
Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
E Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
E Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
Sifu, Sifu
Sifu, Sifuuuu
Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
E Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
E Cai a viga, cai o sino, cai o Serra
Sifu, Sifu
Sifuuuuuu, Sifuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...